PORTUGAL 2 – PAÍS DE GALES 0 – GRANDE ESPECTÁCULO – PORTUGAL NA FINAL DO CAMPEONATO DA EUROPA

PORTUGAL ESCREVE HISTÓRIA NO FUTEBOL

 António Justo

A partida das meias-finais no estádio de Lyon foi uma verdadeira festa à portuguesa. No fim até a claque galesa cantava no campo, apesar de ter perdido. Aceitaram que Portugal era o melhor e mereceu bem ganhar por 2:0! Os golos de Ronaldo e de Nani foram a coroa de muito trabalho e disciplina contra uma equipa de classe mas, por vezes, dura. Ronaldo foi o jogador mais rasteirado em todo o torneio. Neste foi duas vezes. Apesar do árbitro ter roubado um (ou dois) penalty à nossa equipa, os jogadores não se desmotivaram.

A nossa equipa ganhou não só o jogo mas também o respeito; ganhou o respeito dos comentadores e os corações dos espectadores. A maneira de jogar convenceu até mesmo os que eram cépticos em relação à maneira de jogar da selecção portuguesa.

Ronaldo continua a brilhar como a estrela no topo do firmamento do futebol. Revelou-se, como sempre, como o homem responsável pelas coisas cruciais. Foi duas vezes rasteirado. Apesar das estafadelas dos jogos anteriores, com os prolongamentos, os jogadores estavam todos em forma.

Os portugueses se metem o primeiro golo, não há mais quem os empare!

Ronaldo espera que o sonho de ganhar a final se realize. Este seria o maior prémio que a equipa nacional lhe poderia oferecer também a ele.

Segundo comentadores alemães, a final Alemanha-Portugal seria a perfeita combinação. Amanhã (07.07 o jogo entre Alemanha e França decidirá se Portugal jogará contra a Alemanha, a campeã do mundo, ou contra a grande França que tem a vantagem de jogar em casa.

Parabéns, Portugal. Parabéns a Ronaldo, a Nani e aos colegas de equipa que mostraram grande nível técnico acompanhado da grande arte de jogar. Parabéns à claque e até aqueles que movidos pelo entusiasmo saltaram das bancadas para abraçar o Ronaldo; apesar de terem transgredido as regras, Ronaldo tratou-os bem e deram uma nota humana também a Ronaldo antes de começar o jogo.

A equipa portuguesa com o seu espírito de equipa, com a grande competência dos seus jogadores deveria tornar-se num grande exemplo para os nossos políticos. Um por todos e todos por um!

António da Cunha Duarte Justo

 

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CAMINHADA da ARCADIA À FREITA

Bela documentação: https://www.facebook.com/502895439769880/photos/a.1089714054421346.1073742120.502895439769880/1089714297754655/?type=3&theater

 

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a apresentação do livro ” Ramiro e o Moliceiro” de Conceição Oliveira e do livro “Entre o olhar e a alma” de Francisco José Rito

No dia 2 de julho, pelas 15:00 horas, a Arcádia irá promover a apresentação e teatrado livro infanto-juvenil ” Ramiro e o Moliceiro” da escritora Conceição Oliveira, uma obra que mereceu já vários prémios, um deles internacional. Vai ser teatralizado pela autora e por alguns convidados da Arcádia.

Acontecerá também  apresentação do livro “Entre o olhar e a alma” do poeta Francisco José Rito, com a leitura de alguns poemas da obra, pela professora Irene Guimarães e outros convidados.

O evento contará ainda com a participação musical de Adelino Sobral.

 

apresentação dois livros

 

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3ª Caminhada Arcádia- DRAVE ” A Aldeia Mágica”

No dia 14 de maio de 2016 (sábado), a Arcádia volta à natureza, numa caminhada muito especial: DRAVE, ” A Aldeia Mágica”.DRAVE " A Aldeia Mágica"

Drave
Rodeado de altos montes, Drave é um lugar mítico. A visão que do estradão se tem do povoado lá no fundo, é surpreendente. O Solar dos Martins e a capelinha dedicada à Nossa Senhora da Saúde destacam-se do esceta dos montes, uns atrás dos outros, a recortar-se da luz do poente, é sublime. Sublime é também a perspectiva que a seguir se tem do Vale de Paivô.

Regoufe
Do solo deste local e das montanhas que o envolvem foram extraídas e exportadas toneladas de volfrâmio, sobretudo para as Forças Aliadas, servindo para o fabrico de material bélico, uma grande parte do qual utilizado durante a II Guerra Mundial. Durante esse período, as minas foram concessionadas a empresários ingleses que faziam a sua exploração.
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O ponto de encontro será na Branca, Albergaria-a-Velha às 9:00 horas ou na Capela da aldeia de Regoufe às 10h00 horas.
Distância a percorrer: 8 km
Grau de dificuldade: médio/baixo
Tipo de percurso: uma parte circular e outra parte linear – o ponto de partida e chegada é o mesmo
Pontos de interesse na caminhada: aldeias de Regoufe e Drave, Ribeira de Regoufe e Palhais, Rio Paivô, carvalhos/pinheiros/castanheiros, minas de volfrâmio de Regoufe, minas ao longo do percurso, moinho, avifauna

Levar: Almoço volante e água.
Material necessário: roupa adequada a caminhar no campo/natureza e à meteorologia do dia
SEM SEGURO
Inscrições (gratuitas) em formulário online http://goo.gl/forms/d7jsJC1INe

 

Fotografias do artigo retiradas de “Olhar de Lince”

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Festa da Maia 2016

Respondendo a mais um convite do Grupo Etnográfico Ecos da Memória – Branca Activa Sport Clube, participamos na Festa da Maia 2016, com uma maia feita de aparas de lápis de cor e flores de miolo de pão.

O evento tem como objectivo promover e preservar uma das mais antigas e belas tradições da Vila da Branca. A Maia é feita com ramos de giesta ou em palha e depois revestida com flores de diversos materiais ou com flores naturais.

Foi, como é habitual, uma festa cheia de cor, tradição, música e animação. No final fomos brindados com uma regueifa gigantesca e uma delicioso café feito à moda antiga.

É sempre um prazer colaborar com os Ecos da Memória, que tanto nos têm dado a nós!

 

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Encerramento da coletiva de pintura “Visão Plural” e Apresentação do livro “Raízes de Maio e Angústias” do escritor António F. de Pina

Decorreu no dia 1 de maio de 2016, o evento de encerramento da exposição coletiva de pintura “Visão Plural”, com as obras dos artistas plásticos: Gina Marrinhas, Lopes de Sousa, Guilhermina Pereira e Teresa Vilar, que esteve patente nas Galerias da Arcádia desde o dia 2 de Abril
À semelhança do que aconteceu aquando da sua abertura, para além da importância das obras expostas, o seu encerramento proporcionou outros motivos de interesse, nomeadamente a apresentação do livro “Raízes de Maio e Angústias” do escritor António F. de Pina, cuja apresentação esteve a cargo do professor Mário Rui.
Podemos ainda ouvir alguns poemas do livro declamados por amigos convidados e fomos presenteados com a atuação sempre encantadora do grupo Coral da Jobra, e com a atuação entusiasmante do Grupo de Cavaquinhos da USOA.
Numa bela tarde sol, num espaço magnífico e em jeito de celebração do dia da mãe, o convívio entre a arte, os artistas e o público fizeram deste evento um momento alto de cultura em diálogo, de convívio entre amigos e de boa disposição.
Obrigada a todos os que nos ajudaram a abrilhantar este evento.
Pela Direção da Arcádia

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Sessão de encerramento da exposição coletiva “Visão Plural” e apresentação do livro “Raízes de Maio e Angústias” de António F. de Pina

Encerramento exposiçao coletiva visao plural e apresentação do livro

 

A Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo, no seu papel de promover a cultura, está a levar a efeito uma exposição de pintura “Visão Plural”, com as obras dos artistas plásticos: Gina Marrinhas, Lopes de Sousa, Guilhermina Pereira e Teresa Vilar. Esta exposição, que tem estado a decorrer desde o dia 2 de Abril, encerrará no próximo dia 1 de Maio.

 

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À semelhança do que aconteceu aquando da sua abertura, para além da importância das obras expostas, o seu encerramento proporcionará outros motivos de interesse, nomeadamente a apresentação do livro “Raízes de Maio e Angústias” do escritor António F. de Pina, cuja apresentação está a cargo do professor Mário Rui e contará ainda com um momento musical, em que participam o Grupo de Cavaquinhos da USOA e o grupo Coral da Jobra.

O convívio entre a arte, os artistas e o público fará deste evento um momento alto de cultura em diálogo.

Grupo Coral da Jobra

Grupo Coral da Jobra

 

USOA

Grupo de Cavaquinhos da USOA

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Inauguração da Coletiva de Pintura ” Visão Plural”

A sessão de inauguração da Coletiva de Pintura “Visão Plural” aconteceu a 2 de abril, na Galeria Arcádia, na sede da Associação Arcádia – Arte e Cultura em Diálogo. Numa tarde fria, mas cheia de calor humano, os presentes puderam apreciar os trabalhos dos artistas convidados, Lopes de Sousa, Guilhermina Pereira, Teresa Vilar e Gina Marrinhas.
Também puderam ouvir Bruno Moreira e Felisberto Neves, que nos proporcionaram belos momentos musicais.
A exposição poderá ser visitada até 2 de maio de 2016.
Mais uma vez, muito obrigada a todos os presentes!
Aqui fica um pequeno registo fotográfico do evento.

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Exposição Coletiva de Pintura “Visão Plural”

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A Associação Arcádia – Arte e Cultura em Diálogo, irá inaugurar no dia 2 de abril de 2016, pelas 16:00 horas, a Exposição Coletiva de Pintura, ” VISÃO PLURAL”, dos artistas Lopes de Sousa, Guilhermina Pereira, Gina Marrinhas e Teresa Vilar.

A sessão de inauguração contará com um momento musical e decorrerá na Galeria Arcádia, Chaque – Branca, em Albergaria-a-Velha.

Estará patente de 02 de abril a 02 de maio de 2016.

Marcações através do nº 960 389 076 (Albino Justo)

 

GUILHERMINA PEREIRA

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Guilhermina Pereira nasceu no Porto, no ano de 1955. Licenciada na área da saúde, exerce a sua actividade profissional nesta área com a maior convicção e entrega, o que lhe possibilita colher profundos ensinamentos sobre a alma humana.

Autodidacta, inicia-se nas artes plásticas em 1970, com aulas particulares de pintura a óleo, paralelamente no restauro de móveis e velharias e de lacagem/patines, obtendo experiência acrescida, sobretudo no que se refere ao manuseamento de vários materiais, com intervenção na pintura a óleo, acrílicos, pastel e técnicas mistas sobre tela e metal.

 

 

LOPES DE SOUSA

LOPES DE SOUSANatural de Aveiro, frequentou o Instituto Universal Brasileiro – Pintura.
Dedicou-se exclusivamente à pintura.

Fundador e membro da Associação Cultural dos Artistas de Esgueira, Aveiro.
Associado da ANAP (Associação Nacional de Artistas Portugueses) e Presidente do Núcleo (Aveiro) da ANAP.

“Lopes de Sousa é Autor de uma rica paleta de cores, de sons e de formas; de uma paleta de afectos, de memórias e de sonhos. O seu olhar arguto, a sua sensibilidade salina e a sua técnica milenar de artesão dão-lhe a originalidade, o perfume e a poesia que habitam os seus trabalhos, especialmente os dos últimos anos, porque mais autênticos, mais maduros, mais seus. Lopes de Sousa nasceu em Aveiro. E isso sente-se nas cores intensas, nas transparências e nos revérberos mágicos que bebeu no espaço aberto da nossa cidade, na luz brumosa e única da nossa ria.

Mas a sua pintura não se encerra na estreiteza dogmática de um qualquer discurso regionalista, porque está matricialmente marcada por uma profunda humanidade.”                          Dr. Manuel Ferreira Rodrigues

 

GINA MARRINHAS

010Gina Marrinhas nasceu em 1950 em Macinhata do Vouga, concelho de Águeda, distrito de Aveiro.

Estudou em Aveiro e Lisboa.

A necessidade de aperfeiçoamento levou-a até à Fundação Caloust Gulbenkian em Aveiro, e até à Cooperativa Artística Árvore, onde frequentou,durante cinco anos, aulas de pintura com o Mestre Alberto Péssimo.

Frequentou o atelier do mestre.

É sócia do Aveiroarte.

 

 

TERESA VILAR

teresa-vilar5Teresa Vilar licenciou-se em Design/ Artes Gráficas pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, em 1989.

Desde então, dedica-se ao ensino no 3º ciclo, em Braga, na Área de Expressões, desenvolvendo, paralelamente, produções gráficas no contexto da vivência da Comunidade Escolar e projectos artísticos experimentais.

O seu percurso na pintura é longo e consistente, tendo-se iniciado mesmo antes da conclusão da licenciatura. Desde 1986 que expõe individualmente e em participações colectivas, quer em Portugal quer em Espanha.

 

 

 

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MINHA VIDA NA MALA – Reparar e Memorizar a Importância do Emigrante

MINHA VIDA NA MALA – Reparar e Memorizar a Importância do Emigrante
Projectos – Comemorações – Iniciativas

Por António Justo

A organização de exposições e outras iniciativas sob o título “MINHA VIDA NA MALA”, no âmbito de celebrações comemorativas dos emigrantes portugueses, poderia tornar-se num factor de promoção e revitalização de associações e iniciativas lusas na diáspora e, ao mesmo tempo, num apelo à consciência portuguesa para valorizar a imagem dos emigrantes portugueses pelo seu papel de embaixadores de Portugal e pelo contributo económico e cultural, que deram e dão, para os seus locais de proveniência e para a sustentabilidade das finanças portuguesas.

O objectivo principal do projecto seria focar o itinerário e o papel da vida migrante; celebrar a presença dos portugueses nos diferentes países e motivar a nova geração de emigrantes a desenvolver o associativismo e o lusitanismo universalista propagador de uma cultura de povos em festa. Ao mesmo tempo fomentar a memória e o agradecimento que Portugal deve aos emigrantes na qualidade de constante factor de desenvolvimento do país e para quem o país se tem mostrado ingrato (por vezes cobarrde porque envergonhado!)

Criar recursos lusos de apoio e fomentar sinergias entre associações e as mais variegadas instituições em Portugal e na diáspora. Contribuir para espalhar a festa portuguesa a acontecer dentro e fora de Portugal: arraial, museus, celebrações e diferentes iniciativas tendentes a avivar a memória e presença migrante no palco da lusofonia e nas comunidades da diáspora espalhadas pelo mundo

Conteúdo do projecto: Num trabalho de rede de consulados, missões, associações, artistas, professores, assistentes sociais e multiplicadores culturais, activar entre os emigrantes e em Portugal iniciativas concretas viradas para diferentes públicos.

Um apoio financeiro poderia provir do MNE, União Europeia, bancos, etc.

Resultados a esperar: celebração dos emigrantes – do Homem como caminheiro – fortalecimento da consciência migrante, intercomunicação e fortalecimento operacional das associações e inclusão das mais variadas personalidades em actividades das associações. Fortalecer a consciência dos emigrantes no seu papel de embaixadores de povos/culturas e de apoio ao desenvolvimento. Fortalecer a consciência nacional de um povo cujo génio se encontra dentro e fora do país.

A coordenação poderia ser feita pela Secretaria de Estado para as Comunidades, por universidades, Associações empresariais, Instituto Camões, consulados, missões, associações e possíveis parcerias sob um comité ad hoc. (Fiz esta proposta, já lá vão muitos anos, à Secretaria das Comunidades – ME- mas não houve resposta).

O projecto poderia constituir uma oportunidade para reflectir sobre a identidade portuguesa e possibilitar a objectivação de histórias de famílias que partem e que ficam, que vêm e que vão.
Cada pessoa ou família envolvida no projecto poderia apresentar uma mala, a ser exposta e elaborada com materiais, imagens, objectos, documentos, lembranças, tudo relacionado com uma vida entre paragens e em que a mala se tornou símbolo de vida e companheira. Trata-se de conhecer e divulgar, também com postais, cartas, músicas, etc., o contributo da emigração em termos geográficos e sociológicos valorizadores do nosso povo e das nossas terras. Nas associações ou iniciativas seria importante envolver artistas a apoiar a elaboração das malas.
Em museus de emigração, poderia haver uma secção com malas de migrantes forradas e recheadas com fotos e materiais que testemunhassem currículos e destinos individuais.

Atendendo ao rosto amarelo de um Estado envergonhado, devido à emigração carente (o que tem impedido a sociedade portuguesa residente de honrar suficientemente a contribuição dos emigrantes para o seu bem-estar e desenvolvimento), agora que já tem imigrantes que mostram a atractividade de Portugal, poderiam ser unidas, expressões que incluam emigrantes e imigrantes. (Aqui há também um outro capítulo de grande débito e de reparação que ao país tem em falta em relação aos “Retornados”). Enquanto a consciência nacional não se encontrar à altura de fazer reparação e de reconhecer as suas faltas em relação ao passado faltar-lhe-á a lucidez necessária para dar forma ao presente de forma a prestigiar o futuro.

Quanto a celebrações anuais (10 de Junho e outros festejos comemorativos) um tal projecto poderia assumir proporções regionais, nacionais ou mesmo internacionais. A estender-se o projecto a Portugal (por exemplo ligação com a festa migrante) implicaria que as repartições da cultura das Câmaras, bancos, alguma faculdade universitária e os meios de comunicação social se tornassem, possivelmente, iniciadores e promotores de tais projectos. Este projecto, depois de realizado nos diferentes locais, poderia tornar-se depois numa exposição itinerante.

Não há família nenhuma em Portugal sem experiência migrante. A migração marca a paisagem e a alma de Portugal. É uma constante característica de organização da vida familiar portuguesa e do seu Estado. A emigração é, na realidade, uma das cinco quinas que marcam o país.

Este é um contributo para um “Brain” de ideias que poderia preparar um projecto a ser assumido por um Secretário de Estado, institutos superiores, jornais, pelos deputados, conselheiros da emigração e outras parcerias.

António da Cunha Duarte Justo

“MINHA VIDA NA MALA” Uma ideia já velha mas que ainda não ganhou pernas para andar

A ARCÁDIA, Associação de Arte e Cultura em Diálogo, dedicada à terra e ao Homem, deseja, em colaboração com diversas entidades, elaborar e promover o projecto de Malas Migrantes para focar a vida e o papel da vida migrante na sociedade portuguesa. Este projecto poderia tornar-se numa exposição itinerante.

Não há família nenhuma em Portugal sem experiência migrante. A migração marca a paisagem e a alma de Portugal. É uma constante característica de organização da vida familiar portuguesa e do seu Estado. A emigração é uma das cinco quinas que marcam o país.

Cada pessoa ou família envolvida no projecto poderá apresentar uma mala, a ser exposta, elaborada com materiais, imagens, objectos, documentos, lembranças, tudo relacionado com uma vida entre paragens e em que a mala se tornou símbolo de vida e companheira. Trata-se de conhecer e divulgar, também com postais, cartas, músicas, etc., o contributo da emigração em termos geográficos e sociológicos valorizadores do nosso povo e das nossas terras.

O projecto poderia constituir uma oportunidade para reflectir sobre a identidade portuguesa ao possibilitar a objectivação de histórias de famílias que partem e que ficam.

Neste momento do projecto, o senhor secretário de Estado das Comunidades poderia apresentar ideias e modos de elaboração do projecto e painéis com dados da emigração, de modo a que esta iniciativa da ARCÁDIA – Associação de Arte e Cultura em Diálogo se tornasse num projecto de exposição itinerante, por Portugal e pelas comunidades. Neste sentido, também o tradicional encontro de emigrantes poderia ser organizado na vila da Branca, sob o patrocínio da edilidade de Albergaria-a-Velha e de Aveiro.

Este projecto poder-se-ia concretizar no Verão de 2013 ou de 2014. Nele poderiam contribuir e participar as mais diversas entidades.

Um terço de Portugal vive no estrangeiro sendo inegável o impacto do contributo dos emigrantes para o desenvolvimento de Portugal.

O MNE poderia elaborar também um projecto de digitalização aberto ao público online com conteúdos relacionados com a vida e a história da emigração.

A Universidade de Aveiro em colaboração com o MNE poderia tornar-se na patrocinadora e orientadora de tal projecto.

A exposição de “MALAS MIGRANTES” – “MINHA VIDA NA MALA” poderia ser alargada a outras iniciativas de projectos camarários e poderia ser apadrinhada por um Município ou cidade com disponibilidade de espaços e patrocínio dum museu local.

O local de arranque poderia ser a Quinta Outeiro da Luz e possivelmente a vizinha quinta do Outeiro na Branca, Alb.-a-V. O projecto que a ARCÁDIA pretende realizar na sua sede teria um outro impacto se fosse realizado nas perspectivas aqui sugeridas.

Aqui está uma ideia aberta, duma associação sem fins lucrativos, que poderia vir a constituir um projecto colectivo de grande alcance. Neste sentido agradecia a sua colaboração.
António da Cunha Duarte Justo
Presidente da ARCÁDIA
http://www.arcadia-portugal.com/blog.html, 21 de Agosto 2012.
http://antonio-justo.eu/?p=3521

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