RECENSÃO SOBRE O LIVRO “PEGADAS DA POESIA”

 

António Justo lançou o seu 2º livro na Arcádia na Branca

A Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo promoveu no dia 7 de abril pelas 16h, uma sessão de apresentação do livro de poemas “Nas Pegadas da Poesia”, de António Justo. A apresentação do livro e do autor, esteve a cargo do professor Eduardo Pereira, e a leitura de excertos do livro pelo autor e convidados, havendo espaço ainda para alguns momentos musicais. Este 2º livro de António Justo versa a poesia e todas as suas influências de uma vida dedicada às letras, às palavras e à educação, e revela muito do próprio autor, que agora se revela, expondo a sua mente a uma nudez desmesurada, exibindo os seus pensamentos, alegrias e medos, perante o coletivo de amigos e convidados que fazem parte do universo de amizades do autor. O autor consegue assim surpreender mais uma vez aqueles que por ele nutrem uma amizade ou admiração profunda, revelando uma faceta de escritor, que se julgava mais analítica e menos poética.

01.05.2018

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Passeio a pé – Paraduça

 

A Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo, vai realizar no próximo dia 5 de maio de 2018, mais um passeio a pé.

Desta vez vamos fazer o PR6 – Paraduça.
Paraduça é uma pequena aldeia da freguesia de Arões, concelho de Vale de Cambra, situada entre as Serras da Arada e do Arestal, no cimo de um monte onde corre a Oeste a Ribeira de Paraduça e a Nordeste a Ribeira de Agualva. Ambas as Ribeiras confluem com o Rio Teixeira que corre a Leste da aldeia.

Ponto de encontro:
Na Arcádia saída às 8h45m
Em Vale de Cambra na rotunda da Arsopi saída às 9h15m
Na Paraduça, saída às 10h

Fim do passeio: entre as 13h30 e 14h (vai depender do ritmo do grupo)

Almoço Volante para quem pretender continuar o dia visitando a aldeia da Lomba a poucos km dali.

Levar:
Roupa e calçado adequados às condições atmosféricas
Protetor solar, boné, água, algo para comer durante o passeio (fruta, barritas, pão…)

Poderemos optar por almoçar no ponto de partida para que quem quiser dar por encerrada a atividade possa ir almoçar a casa ou restaurante.

Não esqueça!
No Trilho Não deixe nada, apenas as suas pegadas,
Não tire nada, apenas fotografias.
A natureza agradece!

Mais informações:
918972395 (Vera)/939779771(José)
http://facebook.com/ArcadiaArteCulturaemDialogo

 

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Apresentação do livro de Poemas “Nas pegadas da poesia”

Link para a documentação:

https://www.facebook.com/events/353579898480986/permalink/360233524482290/

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Apresentação do livro de poemas “Nas Pegadas da Poesia”, de António Justo

A Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo, vai apresentar o livro de poemas “Nas Pegadas da Poesia”, de António Justo. A sessão de apresentação do livro e do autor será feita pelo professor Eduardo Pereira e acontecerá a leitura de excertos do livro pelo autor e convidados.
Haverá ainda um momento musical.

O evento realiza-se no dia 7 de Abril de 2018, às 16:00 horas, na Quinta Outeiro da Luz, Rua Pe. Artur Pires Conceição, 9, Branca (ALB).

A Direção

 

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Magusto Tradicional da Arcádia

No dia 11 de novembro, a Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo volta a organizar o tradicional Magusto, na Quinta Outeiro da Luz.

Estão todos convidados para um momento de convívio e celebração, acompanhado de castanhas acabadinhas de assar e jeropiga, que darão o mote a uma noite bem animada.

 

Magusto Tradicional 2017

b                                                                                       Magusto 2017

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Palestra sobre Eça de Queirós: “Eça, ora essa!”

A Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo, tem o prazer de endereçar o convite para a Palestra sobre o escritor Eça de Queirós, intitulada “Eça, ora essa!”, proferida pelo Dr. Fernando Carvalho, que se realizará no dia 25 de novembro de 2017, às 17:00 horas, na sua sede na Quinta Outeiro da Luz.

 

Palestra “Eça, ora essa!”

Eça de Queirós foi um dos nomes mais importantes da literatura portuguesa.
Como autor destacou-se pela originalidade e riqueza do seu estilo e da sua linguagem, nomeadamente pelo afastamento do estilo clássico, escrevendo de maneira mais simples, através de frases mais curtas, impactantes e com diferentes combinações de palavras menos rebuscadas.

Dono de uma língua feroz e de um humor cáustico, foi também um observador atento da sociedade do século XIX e, com a força das palavras, lutou contra aquilo que considerava ser “a ferrugem nacional” estabelecendo assim uma visão crítica da sociedade portuguesa.


Foi o grande renovador do estilo literário português e que, para além disso soube emprestar maleabilidade, harmonia e riqueza rítmicas até então desconhecidas; não é pois exagero dizer-se que a escrita de Eça de Queirós modernizou a literatura portuguesa.


As suas obras já foram traduzidas para quase vinte línguas e os seus livros continuam ser ainda hoje publicados, cem anos depois da sua morte, com a mesma pertinência e beleza estilística que tinham aquando da sua primeira publicação.

 

(Excerto de texto retirado de https://ww.luso-livros.net/biografia/eca-de-queiros/)

 

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Magusto Tradicional da Arcádia

No dia 11 de novembro, a Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo volta a organizar o tradicional Magusto, na Quinta Outeiro da Luz.

Estão todos convidados para um momento de convívio e celebração, acompanhado de castanhas acabadinhas de assar e jeropiga, que darão o mote a uma noite bem animada.

                   Magusto 2017

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Pedro Olayo Filho… saudade!

Foi com enorme consternação que a Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo, recebeu a notícia do falecimento do querido e grande amigo PEDRO OLAIO FILHO.
Sem poder traduzir os verdadeiros sentimentos que nos assolam neste momento difícil, vimos por este meio endereçar as nossas sentidas condolências.
E é pelas palavras sentidas, profundas e carinhosas da nossa querida Dulcineia Loureiro que prestamos a nossa singela homenagem.

” Pedro aqui estamos para partilhar contigo as nossas conversas inacabadas .
Tu és um homem sem idade que faz parte de nós .
Tu estás sempre disponível para ensinar o que é a solidariedade,a humildade a disponibilidade a sensibilidade,a ternura ,a amizade .

Ensinas,porque praticas todos estes valores .
Praticas quase pedindo desculpa por seres quem és .
Ris connosco e também choras em silêncio quando te sentes impotente, perante a nossa tristeza.
És tão grande como ser Humano quanto Artista .
O teu atelier mudou-se para o Céu .
Fico curiosa de ver o que vais pintar .

É que tu pintas com toda a sensibilidade que te vai na alma .
Pintas a vida cheia que tens .
Tu és um sedutor, nas conversas, no riso espontâneo, nos galanteios, nos fados que cantas de voz rouca .

Continuo a sentir o teu abraço cheio de ternura. de amizade. de alegria .
Mas confesso, só esse abraço me vai ajudar nesta saudade do tamanho do mundo.”

Dulcineia Loureiro

Fotos: Inauguração da exposição de Pedro Olayo (Filho), na Quinta Outeiro da Luz, sede da Associação Arcádia – Arte e Cultura em Diálogo, em 03 de agosto de 2013.

 

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DOCUMENTA 14 (d14) – O OLIMPO DA ARTE E DA IDEOLOGIA

Arte e Monumentos são Expressão e Memória visível da Pólis

Por António Justo

O coração da arte contemporânea mundial (documenta) pulsa pela décima quarta vez, durante 100 dias, em Kassel.

Os Responsáveis da documenta 14 decidiram partilhar a d14 com Atenas de modo a realizar-se em Kassel e Atenas (dc 14 em Kassel de 10 de Junho a 17 de setembro e em Atenas d14 Atenas de 8. 4. – 16. 7.).

A d14 congrega 160 artistas de todo o mundo (Aqui) tornando-se,  centro de atraccão para cerca de um milhão de peregrinos da arte, durante nos 100 dias. Podem-se ver as Imagens da d14 em espaços interiores (em 25 museus e espaços de exposição) e em espaços exteriores (11 obras de Arte ao ar livre, estas: sem necessidade de comprar bilhete); a documenta 14 é acompanhada por muitas representações e performances em lugares públicos. A documenta dispõe de um orçamento de 34 milhões de euros (o Estado contribui com 17 milhões de euros).

Na d14, expressa-se um género de arte que se pode designar de arte do conceito. A d14 na sequência da d13 acentua a politização da arte que parece querer tornar-se numa espécie de religião da política com um novo sacerdócio altaneiro que a explica e interpreta. Tem a característica de colocar temas políticos na rampa do público. A d14 além de ser um altifalante de conceitos de emoções e excitações ideológicas apresenta também alguns oásis muito interessantes onde a fantasia artística figurativa é fomentada. A d14 não tem um centro que a oriente e é demasiado grande para poder ser reduzida a uma opinião. Pelo que pude observar, penso que no seu conjunto se pode considerar como que um grito desesperado duma geração passageira, por se tornar numa repetição de apelos niilistas da esquerda dos anos 70/80.

O “Spiegel online” comenta que a d14 ao contrário da Bienal de Veneza “busca o atrito não busca o equilíbrio”. “Die Welt” vê o perigo da arte ser metida numa “prisão de pensamentos de ácido moralista” e onde, segundo o jornal “FAZ”, se encontram “exemplos banais de arte conceptual com pretextos a ser política” com posições autoritárias, que provocam desconforto no cliente da arte. FAZ refere ainda que o Conselho de Curadores da d14 escolheu obras de segunda classe de longínquas paragens para demonstrar desinteresse pelo Staus quo da arte.

A d14, mais que chocar quer provocar, numa sociedade já de pele dura habituada ao estilo hodierno de grupos guerrilheiros autónomos.

No planeta atemorizado e assustador em que vivemos, a documenta 14 pinta o mundo a preto e branco. Quer sacudir as pessoas com os meios da política, do sexo e de outros eventos grávidos de escândalo, numa paisagem recheada de problemas. E isto numa Alemanha em que, segundo as estatísticas, 25% dos alemães se interessam por política e o resto quer paz.

A documenta 14 consegue superar os caixilhos dos Estados nacionais e das multinacionais, mas não consegue, por natureza, superar as fronteiras ideológicas. O seu regente artístico, o socialista Adam Szymczyk opta pela provocação. Szymczyk preceitua “o desaprender” no sentido da desorientação. A d14 transmite a impressão de documentar um caos em que se quer ficar, o fim da democracia racional porque de facto a democracia cada vez se transforma mais num risco porque é esbanjada. FAZ AM SONTAG refere que a grande fraqueza da d14 é o seu “profundo desejo de ser moralmente certa; já em Atenas se fez de obras de arte documentos da luta internacional pela libertação”; os “organizadores da d14 tropeçam no erro do ensino dogmático” em que também tropeçou o movimento Gender com a sua ideologia do preceito transgénico. A documenta encontra-se obcecada pelo espírito crítico contra a dominância “branca, masculinidade heterossexual” vendo por todo lado racismo e fascismo. Falta-lhe “o poder de negociação crítica” numa sociedade considerada como “público experimental”.

Louvável o espírito tolerante e democrático de uma sociedade aberta que vive da controvérsia.

© António da Cunha Duarte Justo

in Pegadas do tempo

 

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Sessão de Apresentação do livro “Poemas Vadios”

Realizou-se no passado dia 1 de julho, na sede da Arcádia, na Quinta Outeiro da Luz, a sessão de apresentação do livro “ Poemas Vadios” de Manuela Peixoto, Eduardo Pereira e Magui Ramalho.

Na mesa estiveram presentes a Vice-presidente da Arcádia, a Drª Dulcineia Loureiro, acompanhada dos autores do livro e do professor Mário Rui, que teve a seu cargo a apresentação do evento.

O professor Mário Rui, brindou-nos ainda com momentos musicais de enorme sensibilidade e talento.

Durante a apresentação do livro foram lidos poemas retirados do mesmo, pelas vozes de

Rita Vizinho,

Irene Guimarães 

e Abílio Tavares.

O evento contou também com a participação musical do professor

Felisberto Neves (guitarra e voz)

e do

Grupo Os Madrigais(USOA)

As bailarinas

Inês Rodrigues Freire e Cláudia Duarte,

receberam, à entrada, os convidados e encaminharam-nos até ao jardim, presenteando-os com bonitos e envolventes movimentos de dança, terminando com uma dança acompanhadas pelas violinistas,

Sofia Vizinho Santana e Ana Lúcia Magano.

Não podemos deixar de agradecer aos cerca de 150 convidados presentes, que tornaram este evento tão especial.

Obrigada ao Presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha,

António Loureiro,

e ao Presidente da Junta de Freguesia da Branca,

José Carlos Estrela Coelho,

que muito nos honraram com a sua presença.

Também aos autores, manifestamos o nosso agradecimento e desejamos muito sucesso.

O último agradecimento vai para o João Pereira que gentilmente fotografou e nos cedeu as fotografias do evento.

Um bem haja a todos!

 

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