Pedro Olayo Filho… saudade!

Foi com enorme consternação que a Arcádia – Associação de Arte e Cultura em Diálogo, recebeu a notícia do falecimento do querido e grande amigo PEDRO OLAIO FILHO.
Sem poder traduzir os verdadeiros sentimentos que nos assolam neste momento difícil, vimos por este meio endereçar as nossas sentidas condolências.
E é pelas palavras sentidas, profundas e carinhosas da nossa querida Dulcineia Loureiro que prestamos a nossa singela homenagem.

” Pedro aqui estamos para partilhar contigo as nossas conversas inacabadas .
Tu és um homem sem idade que faz parte de nós .
Tu estás sempre disponível para ensinar o que é a solidariedade,a humildade a disponibilidade a sensibilidade,a ternura ,a amizade .

Ensinas,porque praticas todos estes valores .
Praticas quase pedindo desculpa por seres quem és .
Ris connosco e também choras em silêncio quando te sentes impotente, perante a nossa tristeza.
És tão grande como ser Humano quanto Artista .
O teu atelier mudou-se para o Céu .
Fico curiosa de ver o que vais pintar .

É que tu pintas com toda a sensibilidade que te vai na alma .
Pintas a vida cheia que tens .
Tu és um sedutor, nas conversas, no riso espontâneo, nos galanteios, nos fados que cantas de voz rouca .

Continuo a sentir o teu abraço cheio de ternura. de amizade. de alegria .
Mas confesso, só esse abraço me vai ajudar nesta saudade do tamanho do mundo.”

Dulcineia Loureiro

Fotos: Inauguração da exposição de Pedro Olayo (Filho), na Quinta Outeiro da Luz, sede da Associação Arcádia – Arte e Cultura em Diálogo, em 03 de agosto de 2013.

 

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DOCUMENTA 14 (d14) – O OLIMPO DA ARTE E DA IDEOLOGIA

Arte e Monumentos são Expressão e Memória visível da Pólis

Por António Justo

O coração da arte contemporânea mundial (documenta) pulsa pela décima quarta vez, durante 100 dias, em Kassel.

Os Responsáveis da documenta 14 decidiram partilhar a d14 com Atenas de modo a realizar-se em Kassel e Atenas (dc 14 em Kassel de 10 de Junho a 17 de setembro e em Atenas d14 Atenas de 8. 4. – 16. 7.).

A d14 congrega 160 artistas de todo o mundo (Aqui) tornando-se,  centro de atraccão para cerca de um milhão de peregrinos da arte, durante nos 100 dias. Podem-se ver as Imagens da d14 em espaços interiores (em 25 museus e espaços de exposição) e em espaços exteriores (11 obras de Arte ao ar livre, estas: sem necessidade de comprar bilhete); a documenta 14 é acompanhada por muitas representações e performances em lugares públicos. A documenta dispõe de um orçamento de 34 milhões de euros (o Estado contribui com 17 milhões de euros).

Na d14, expressa-se um género de arte que se pode designar de arte do conceito. A d14 na sequência da d13 acentua a politização da arte que parece querer tornar-se numa espécie de religião da política com um novo sacerdócio altaneiro que a explica e interpreta. Tem a característica de colocar temas políticos na rampa do público. A d14 além de ser um altifalante de conceitos de emoções e excitações ideológicas apresenta também alguns oásis muito interessantes onde a fantasia artística figurativa é fomentada. A d14 não tem um centro que a oriente e é demasiado grande para poder ser reduzida a uma opinião. Pelo que pude observar, penso que no seu conjunto se pode considerar como que um grito desesperado duma geração passageira, por se tornar numa repetição de apelos niilistas da esquerda dos anos 70/80.

O “Spiegel online” comenta que a d14 ao contrário da Bienal de Veneza “busca o atrito não busca o equilíbrio”. “Die Welt” vê o perigo da arte ser metida numa “prisão de pensamentos de ácido moralista” e onde, segundo o jornal “FAZ”, se encontram “exemplos banais de arte conceptual com pretextos a ser política” com posições autoritárias, que provocam desconforto no cliente da arte. FAZ refere ainda que o Conselho de Curadores da d14 escolheu obras de segunda classe de longínquas paragens para demonstrar desinteresse pelo Staus quo da arte.

A d14, mais que chocar quer provocar, numa sociedade já de pele dura habituada ao estilo hodierno de grupos guerrilheiros autónomos.

No planeta atemorizado e assustador em que vivemos, a documenta 14 pinta o mundo a preto e branco. Quer sacudir as pessoas com os meios da política, do sexo e de outros eventos grávidos de escândalo, numa paisagem recheada de problemas. E isto numa Alemanha em que, segundo as estatísticas, 25% dos alemães se interessam por política e o resto quer paz.

A documenta 14 consegue superar os caixilhos dos Estados nacionais e das multinacionais, mas não consegue, por natureza, superar as fronteiras ideológicas. O seu regente artístico, o socialista Adam Szymczyk opta pela provocação. Szymczyk preceitua “o desaprender” no sentido da desorientação. A d14 transmite a impressão de documentar um caos em que se quer ficar, o fim da democracia racional porque de facto a democracia cada vez se transforma mais num risco porque é esbanjada. FAZ AM SONTAG refere que a grande fraqueza da d14 é o seu “profundo desejo de ser moralmente certa; já em Atenas se fez de obras de arte documentos da luta internacional pela libertação”; os “organizadores da d14 tropeçam no erro do ensino dogmático” em que também tropeçou o movimento Gender com a sua ideologia do preceito transgénico. A documenta encontra-se obcecada pelo espírito crítico contra a dominância “branca, masculinidade heterossexual” vendo por todo lado racismo e fascismo. Falta-lhe “o poder de negociação crítica” numa sociedade considerada como “público experimental”.

Louvável o espírito tolerante e democrático de uma sociedade aberta que vive da controvérsia.

© António da Cunha Duarte Justo

in Pegadas do tempo

 

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Sessão de Apresentação do livro “Poemas Vadios”

Realizou-se no passado dia 1 de julho, na sede da Arcádia, na Quinta Outeiro da Luz, a sessão de apresentação do livro “ Poemas Vadios” de Manuela Peixoto, Eduardo Pereira e Magui Ramalho.

Na mesa estiveram presentes a Vice-presidente da Arcádia, a Drª Dulcineia Loureiro, acompanhada dos autores do livro e do professor Mário Rui, que teve a seu cargo a apresentação do evento.

O professor Mário Rui, brindou-nos ainda com momentos musicais de enorme sensibilidade e talento.

Durante a apresentação do livro foram lidos poemas retirados do mesmo, pelas vozes de

Rita Vizinho,

Irene Guimarães 

e Abílio Tavares.

O evento contou também com a participação musical do professor

Felisberto Neves (guitarra e voz)

e do

Grupo Os Madrigais(USOA)

As bailarinas

Inês Rodrigues Freire e Cláudia Duarte,

receberam, à entrada, os convidados e encaminharam-nos até ao jardim, presenteando-os com bonitos e envolventes movimentos de dança, terminando com uma dança acompanhadas pelas violinistas,

Sofia Vizinho Santana e Ana Lúcia Magano.

Não podemos deixar de agradecer aos cerca de 150 convidados presentes, que tornaram este evento tão especial.

Obrigada ao Presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha,

António Loureiro,

e ao Presidente da Junta de Freguesia da Branca,

José Carlos Estrela Coelho,

que muito nos honraram com a sua presença.

Também aos autores, manifestamos o nosso agradecimento e desejamos muito sucesso.

O último agradecimento vai para o João Pereira que gentilmente fotografou e nos cedeu as fotografias do evento.

Um bem haja a todos!

 

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Sessão de Apresentação do Livro “ Poemas Vadios”

No próximo dia um de Julho, pelas 17 horas, na Branca, Quinta da Luz, a Arcádia-Associação de Cultura em Diálogo, promove mais um evento cultural onde se misturam a música, a poesia e um convívio saudável.

Na apresentação do livro “ Poemas Vadios” de Manuela Peixoto, Eduardo Pereira e Magui Ramalho, a cargo do Professor Mário Rui, serão lidos poemas pelas vozes de Rita Vizinho, Maria Luísa Peixoto e Abílio Tavares.

O espaço musical terá a colaboração de Felisberto Neves; Grupo Os Madrigais, da Universidade Sénior de Oliveira de Azeméis; as Violinistas, Sofia Vizinho Santana e Ana Lúcia Magano.

Haverá ainda a colaboração especial de Inês Rodrigues Freire e Cláudia Duarte, na Dança.

Com um Porto de honra a ajudar a animar o convívio, o Presidente da Arcádia, Dr. António Duarte Justo, convida todos para este encontro de amigos, onde o prazer dos sentidos se cruza com as emoções da alma!

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7º Passeio da Arcádia – Percurso de Salreu (Bioria)

No dia 21 de MAIO de 2017, a Arcádia realizou o seu 7º passeio.
Desta vez fizemos o percurso de Salreu, um dos percursos que fazem parte do Bioria.
Seria este o percurso que tínhamos previsto realizar no evento anterior, mas por motivos relacionados com a organização do mesmo, fizemos nessa altura, o Percurso de Fermelã.
Desta vez, sim, fizemos o Percurso de Salreu.
É um percurso de natureza circular, tendo o seu início e término junto ao Centro de Interpretação Ambiental do Bioria. O trilho tem mesas e protecção para o sol no inicio do trilho.

É um percurso que atravessa áreas de enorme beleza paisagística, como campos de arroz, sapais, juncais e caniçais.
A presença do Rio Antuã e do Esteiro de Salreu, ligados por uma rede de valas, permite a comunicação entre todos os habitats, justificando os elevados índices de biodiversidade existentes.

A manhã estava um pouco cinzenta, mas o  sol foi espreitando de vez em quando e o calor fez-se sentir.

O grupo de participantes, bem disposto e animado, ajudou a transformar o passeio num momento especial, de partilha pelo gosto pela natureza e pelas caminhadas.

Aqui fica um “cheirinho” do passeio.

Obrigada a todos e até à próxima!

Arcádia

 

 

 

 

 

 

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6º Passeio da Arcádia – “Percurso de Fermelã”

No dia 8 de abril de 2017, a Arcádia realizará o seu 6º passeio.
Desta vez iremos fazer o percurso de Fermelã, um dos percursos que fazem parte do Bioria.
É um percurso de natureza circular, tendo o seu início e término junto ao Centro de Interpretação Ambiental do Bioria. O trilho tem mesas e protecção para o sol no inicio do trilho, onde vamos almoçar.
A partir dali seguiremos rumo ao trilho de Fermelã do qual faremos só uma parte e voltaremos pelo mesmo sítio (só para os corajosos)

É um percurso que atravessa áreas de enorme beleza paisagística, como campos de arroz, sapais, juncais e caniçais.
A presença do Rio Antuã e do Esteiro de Salreu, ligados por uma rede de valas, permite a comunicação entre todos os habitats, justificando os elevados índices de biodiversidade existentes.

INSCRIÇÃO GRATUITA, MAS OBRIGATÓRIA (sem seguro)
Poderá fazer a sua inscrição aqui:
https://goo.gl/forms/tuPTD2X2hAgSsT1q2

Distância a percorrer: Cerca de 7,7 Km.
Duração do percurso: Aproximadamente duas horas e meia.
Âmbito do percurso: Ambiental, paisagístico, cultural e desportivo
Grau de dificuldade: Fácil (inexistência de desníveis)
Coordenadas GPS: [GPS 40º43’56’’ N | 8º34’07’’W].

Para mais informações sobre o percurso aceda aqui:
http://www.bioria.com/percurso_salreu.

Para mais informações acerca do evento:
arcadia.contacto@gmail.com
https://www.facebook.com/arcadiaportugal
Vera: 918972395
José: 939779771

 

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Reportagem fotográfica Workshop Cozinha Criativa “Detalhes que fazem diferença”

E aconteceu assim o Workshop Cozinha Criativa: “Detalhes que fazem diferença”.

Obrigada a todos os participantes, pela presença, entusiasmo e energia.

O tempo voou, mas esperamos que tenham gostado.

Obrigada, Ana Amorim pelas fotografias!

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Workshop de Cozinha Criativa – “Detalhes que fazem diferença”

No próximo dia 25 de março, a Arcádia vai realizar um Workshop de Cozinha Criativa, onde vamos ensinar alguns exemplos do que é possível fazer com vegetais, frutas, e até alimentos quentes para uma apresentação mais atraente e original.

Será uma tarde dedicada à criatividade na decoração de pratos e à descoberta de novas formas de saborear a comida e de a apresentar.

https://www.facebook.com/events/1099312693514098/
Horário: 14h-17h
Preço: 10 € – incluiu degustação no final
Local: Quinta Outeiro da Luz (sede da Arcádia)
Poderá fazer a sua inscrição através do email
arcadia.contacto@gmail.com
 Workshop Cozinha Criativa 17 cópia
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5º Passeio da Arcádia – “Rota dos Caleiros” (Caramulo)

Caramulo

No dia 2 de outubro, a Arcádia realizará o seu 5º Passeio, desta vez, no Caramulo, a Rota dos Caleiros.

Ponto de encontro:
Arcádia às 8h (40°46’04.6″N 8°28’28.9″W)
Parque de Lazer do Merujal às 9h (40º 32′ 55.38″ N 8º12’6.75″W)
Ficha Técnica:
Partida e chegada: Caramulinho
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico.
Tipo de percurso: De pequena rota, utilizando caminhos, tradicionais e de montanha.
Distância a percorrer: 8,2 km em circuito.
Nível de dificuldade: 6 – Médio.
Desníveis: Moderados.
Cota máxima: 1000 metros.
Destaques:
• Caramulinho
• Paisagem da Serra do caramulo / Formações rochosas
• Capela de Jueus
• Calçada Medieval
• Moinhos de água/Caleiros
• Fauna e flora

Conselhos:
Roupa confortável, calçado adequado, bastão, água, protector solar, almoço volante, suplementos energéticos ( barritas, fruta,chocolate…)

Contactos: 918972395 (Vera)/939779771(José)

Não esqueça!
Não mate nada além do tempo!
Não tire nada além de fotos!
Não deixe nada além de pegadas!
Não traga nada além de saudade!
Mais informações em http://facebook.com/ArcadiaArteCulturaemDialogo

Inscrição no seguinte link

https://goo.gl/forms/hCZmGus9uF05zQSo1

 

 

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Serão Cultural

A Arcádia realiza no dia 16 de setembro de 2016 um evento dedicado à música e à poesia, numa noite que irá reunir artistas de diferentes áreas musicais.

Teremos Adelino Sobral, guitarrista e cantor de música portuguesa, Ricardo Mateus, cantor de música portuguesa, o grupo SAXA4 – Quarteto de Saxofones, agrupamento que faz parte da estrutura da ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca, o grupo da Escola de Concertinas da Branca Activa Sport Club e na poesia, contaremos com a professora Irene Guimarães.

Serão Cultural Arcádia

Serão Cultural Arcádia


Irene Guimarães

              Irene Guimarães


Escola de Concertinas da Branca Activa Sport Clube

Escola de Concertinas da Branca Activa Sport Clube


 

Adelino Sobral

             Adelino Sobral


 

Ricardo Mateus

              Ricardo Mateus


SAXA4 – Quarteto de Saxofones (ARMAB)

                 SAXA4 – Quarteto de Saxofones (ARMAB)


 

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